
Vaticano - 30 nov - O Papa Bento XVI fez uma dura critica ao ateísmo em um documento divulgado nesta sexta-feira, dizendo que a doutrina , que nega a existência de Deus, foi responsável por algumas das piores formas de crueldade e injustiça na históriaa moderna.A crítica foi feita na segunda encíclica criada pelo Papa Bento 16, intitulada Spe Salvi (Salvos Graças à Esperança), publicada em oito idiomas, incluindo o portugues e dirigida aos Bispos, padres e diáconos de todo o mundo e, por meio deles, a todos os fiéis.Dividido em oito capitulos, o documento de 75 páginas condena o mal e o pessimismo do mundo e diz que o homem deve ter esperança e fé em Deus. De acordo com o papa, o ateísmo dos séculos 19 e 20 é um protesto "compreensível" contra Deus, "diante do sofrimento desse mundo". A segunda encíclica foi lançada quase dois anos depois da primeira "Deus é Amor", publicada em janeiro de 2006, que focava no amor erótico e espiritual nas relações pessoais, assim como o papel da Igreja em organizações de caridade.












































. Para o tribunal, o partido fez falsas acusações contra o cachorro do político em um anúncio de rádio. O partido Esquerda e Democracia disse no anúncio que o cachorro schnauzer Saba, do orador Ludwik Dom, destruiu móveis em escritórios públicos que ele usou em seu cargo anterior, como ministro interino. Afirmou ainda que Dom se recusou a pagar pelos danos Wojciech Malek, porta-voz do tribunal, disse que a corte concluiu que a informação era falsa. E ordenou o Esquerda Democracia - uma aliança entre ex-comunistas e políticos de centro-esquerda - a pedir desculpas também no rádio. As transmissões devem ir ao ar três vezes por dia durante tres dias. O texto deve dizer que o partido "pede desculpas por espalhar inverdades quando alegou que o cão Saba destruiu os moveis do ministério, mastigando-os" A Esquerda Democracia recorreu da sentença afirmando que as informações foram tiradas da revista "Wprost".



